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Mundo

Espectro de uma nova crise mundial?

media Imagem de arquivo. STR / AFP

A OCDE prevê o crescimento da economia mundial mais baixo desde a crise financeira de 2008. As previsões, apresentadas esta quinta-feira, assentam na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China e na incerteza em torno do Brexit. O economista angolano Carlos Rosado diz que não se trata de uma surpresa e não exclui o espectro de uma nova crise.

O crescimento da economia mundial deverá desacelerar para 2,9% em 2019 e para 3% em 2020, de acordo com a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). A instituição reviu em baixa as previsões anteriores e advertiu que serão os acréscimos mais fracos desde a crise financeira de 2008.

No relatório Perspetivas Económicas Intercalares, que revê as previsões semestrais lançadas em Maio, a OCDE baixou três décimas a projecção para este ano e quatro décimas para 2020, em linha com uma tendência que se estende nas maiores economias.

O peso da incerteza assenta na guerra comercial entre os Estados Unidos e a China, e na perspetiva de um Brexit sem acordo. Algo que era de esperar na opinião do economista angolano Carlos Rosado que destaca na sua análise que “a economia mundial não está muito bem” e não exclui a possibilidade de uma nova crise, depois da de 2008.

A evolução da economia mundial passou a crescer de forma condicionada pela guerra tarifária entre a China e os Estados Unidos. Se há uma guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo, naturalmente que isso tem consequências spbre o crescimento global, mas também a incerteza à volta do Brexit”, afirmou.

Carlos Rosado não excluiu o cenário de uma nova crise, ainda que explicando que se trata de coisas diferentes: “O que aconteceu em 2008 foi uma crise financeira que depois atingiu a economia mundial. Agora temos uma crise na economia real com eventuais contágios no sector financeiro, mas são crises diferentes.”

Questionado se estamos perante “uma nova crise em perspectiva”, Carlos Rosado admitiu que “esse é o receio”, resta ver “o que é que os bancos centrais podem fazer, tedo em conta que “nos Estados Unidos ainda têm alguma margem de manobra, mas na Europa as taxas já estão negativas”.

Oiça a entrevista aqui.

Análise do economista Carlos Rosado 19/09/2019 ouvir

De salientar que a reserva federal americana, ou FED, anunciou nesta quarta-feira um corte de 25 pontos base nas suas taxas de juro, a segunda baixa em dois meses e reviu em alta a previsão de crescimento em 2019 para 2,2% em vez de 2,1%, o que o presidente Donald Trump criticou desde logo.

Em 2008 a FED cortou a taxa de juros, o que levou os Estados Unidos à maior recessão económica desde 1929.

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