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Desporto

Rafaela Silva conquista prata no Mundial e faz história no judô brasileiro

media A judoca brasileira Rafaela Silva Elcio Ramalho

A judoca brasileira Rafaela Silva conquistou a medalha de prata nesta quarta-feira no Mundial disputado em Paris e entrou para a história do judô brasileiro como a segunda atleta feminina a disputar uma final da competição. Ela disputou e perdeu o ouro para a japonesa Aiko Sato. Foi a terceira medalha do Brasil na competição e a primeira de Rafaela em um Mundial.

Carioca, de 19 anos, Rafaela chegou à final da categoria leve (57kg) após passar pela italiana Giula Quintavalle, a espanhola Concéption Bellorin e a grega Ioulietta Boukovala na primeira fase. Na semi-final, Rafaela bateu por ippon a americana Marti Malloy e conquistou a vaga na final de uma categoria onde estavam inscritas 65 atletas.

“Estou muito feliz. Mostra que o meu trabalho está dando resultado”,disse a jovem judoca que se emocionou ao lembrar da origem humilde e das pessoas que a ajudaram a seguir com a carreira no judô. Rafaela nasceu na Cidade de Deus no Rio de Janeiro e faz parte da Ong Instituto Reação, criada pelo judoca Flávio Canto.

"Do ano passado eu evolui bastante, procurei me motivar mais nos treinos porque no ano passado estava muito demotivada. Levantei a cabeça e vim aqui buscar o ouro mas infelizmente não veio", lamentou. Rafaela explicou que perdeu a motivação por achar que nunca conseguiria superar as adversárias mais fortes durante as competições. "Entrava com a cabeça já achando que ia perder", lembrou. "Meu técnico (Geraldo Bernardes) e minha família me incentivaram. Eles disseram que eu era muito nova, tinha que continuar treinando porque minha hora ia chegar", falou com lágrimas nos olhos.

"(A medalha) representa muito para mim porque preciso continuar fazendo pontos para ir à Olimpíada de Londres", disse. Além de pavimentar o sonho de disputar os próximos Jogos, a conquista em Paris vai contribuir para a família conseguir aumentar um cômodo da casa onde mora com os pais e uma irmã em Jacarepaguá, no Rio de Janeiro. É que todo o dinheiro que ganha com o judô ela investe na ampliação da moradia familiar.

Derrotas

A outra brasileira que disputou a categoria leve, Ketleyn Quadros, disse adeus ao Mundial logo na primeira rodada ao ser derrotada pela japonesa Kaori Matsumoto, que ficou com uma das medalhas de bronze.

Na outra categoria feminina em disputa, a meio-leve (52kg), Erika Miranda venceu sua primeira luta contra Solongo Baatarsaikhan da Mongólia,mas caiu diante da adversária seguinte, a romena Andreea Chitu. A japonesa Misato Nakamura foi a campeã da categoria e sua compatriota Yuka Nishida ficou com a medalha de prata.

Na categoria masculina, o judoca brasileiro Bruno Mendonça também não teve um grande desempenho na competição. Depois de vencer os dois primeiros adversários, Mirali Sharipov, do Uzbequistão e Adrien Merge, da Romênia, o paulista caiu diante do estoniano Kunter Rothberg. O vencedor da categoria leve (73Kg), que teve um recorde de 90 judocas na disputa foi o japonês Riki Nakaya que derrotou na final o holandês Dex Elmont

Quadro de medalhas

Com a conquista de mais 5 medalhas no segundo dia de competição, o Japão dispara no quadro de medalhas do Mundial de judô com 5 de ouro, 3 de prata e 1 bronze. O Uzbequistão aparece em segundo com uma de ouro e uma de bronze. O Brasil é o terceiro na tabela com duas medalhas de prata (Rafaela Silva e Leandro Cunha) e uma de bronze (Sarah Menezes).

Nesta quinta-feira, serão disputas apenas duas categorias: a meio-médio (81Kg) no masculino e meio-médio (63kg) no feminino.

 

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Lamentamos, mas o prazo para estabelecer a ligação em causa foi ultrapassado.